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O homem já consumia o pão há cerca de
10.000 anos A. C., e este era produzido pela mistura de farinha e
água, sendo cozida em pedras quentes. Os primeiros pães não
continham fermento para promover o crescimento e portanto
apresentavam forma achatada, crosta dura e miolo macio. Ao longo
do tempo ocorreram evoluções, com aprimoramento das técnicas de
panificação, introduzindo a fermentação e cozimento. Durante o
período clássico da Grécia e Roma o ato de fazer pão tornou-se
a principal atividade. No período da Revolução Industrial, com
o surgimento de máquinas, as panificadoras foram se equipando,
permitindo o desenvolvimento de certos tipos de pães, típicos em
certas regiões, como o pão italiano, pão francês e o pão
negro na Rússia. Atualmente o pão branco representa cerca de 66%
da produção de pães, suprindo com cerca de 19% das necessidades
energéticas diárias, além de vitaminas, proteínas e minerais.
A variedade de insumos novos para panificação vem aumentando com
a globalização da economia, permitindo a diversificação de
produtos panificados e desenvolvimento de novos produtos para
conquistar novos e interessantes segmentos.
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