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Fumonisina

Diversas espécies de Fusarium foram isoladas de milho, trigo, arroz e rações, precedentes de Estados brasileiros em proporções variadas, com predominância de F. moniliforme e F. graminearum . Sendo o milho o cereal mais implicado na contaminação por fumonisinas. Atualmente as fumonisinas constituem-se de 16 análogos, FB1 a mais importante do grupo, representa freqüentemente até 70% do total das.

A contaminação com F. moniliforme e altas concentrações de fumonisina em milho têm implicado na ocorrência de câncer esofágico em humanos. Além disso, FB1 tem sido apontada como agente de câncer hepático em ratos , leucoencefalomalácia (LEME) em eqüinos, edema pulmonar em suínos e hemorragia cerebral em coelhos. Embora não haja evidência suficiente, recentemente a “International Agency for Research on Cancer” – IARC classificou as “toxinas de F. moniliforme” como pertencentes à Classe 2B, possivelmente carcinogênico a seres humanos.

Os animais mais suscetíveis a intoxicação por fumonisina são as aves, suínos e eqüinos, como sintomas apresentam depressão, ataxia, paralisia facial, hepatose e leucoencefalomalácia. Quadro respiratório alterado. A presença deste composto é tolerável até 5 ppm no milho.

Acima ] Tolerância ]

 

 

 

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