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Histórico
A
partir da década de 90, a atenção dada a essa categoria de alimentos
tem sido crescente. Só nos Estados Unidos, em 1998, o mercado de
alimentos funcionais representou 16,7 bilhões de dólares, o que
correspondeu a um crescimento de 10,9% em relação ao ano anterior.
Esse crescimento é devido à imagem positiva que os alimentos trazem
com relação ao seu impacto na saúde e bem estar, o que os tornam tão
popular.
O
termo alimento funcional foi introduzido no Japão nos anos 80 e se
refere a alimentos processados contendo ingredientes que ajudam no
funcionamento de partes específicas do organismo, além de serem
nutritivos. Entre as muitas definições de diversos autores e Instituições,
estão a do Instituto de Medicina de Alimentos e Nutrição: “algum
alimento ou ingrediente alimentício que pode proporcionar um benefício
à saúde, além dos nutrientes tradicionais que contém” (Hasler,1998)
e a de Scott e Lee, para o Setor de Proteção à Saúde Canadense:
“alimento similar a alimento convencional em aparência, consumido
como parte de uma dieta comum, e que tem demonstrado benefícios fisiológicos
e/ou redução de riscos de doenças crônicas, além de funções básicas
nutricionais” (Clydesdale, 1997).
CLYDESDALE,
F.M.
A Proposal for the Establishment of Scientific Criteria for
Health Claims for Functional Foods.
Nutrition Reviews.
Boston: vol. 55,
no.12, December 1997. p.413-422. Apud SCOTT, F. W., LEE, N.
S. Recommendations for defining
and dealing with functional foods. Report of the Bureau of
Nutritional Sciences Committee on Functional
Foods, Canada, 1996.
HASLER,
C.M. Functional Foods: Their role
in disease prevention and health promotion. Food
Technology. Chicago: vol 52, no 11, November 1998.
p. 63-68. Apud IOM/FNB, 1994 – THOMAS, P. R.; EARL, R. (Ed). Opportunities
in the Nutrition and Food Sciences.
Whashington, D.C.:National
Academy Press, Institute of Medicine/National Academy of Sciences.
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