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Exigências
É
essencial que produtos vendidos com qualquer apelo à saúde tenha como
critério um mínimo de 106 UFC/mL de bactérias probióticas
até a data de validade, sendo a dose terapêutica mínima diária
sugerida de 108 a 109 células (Kailasapathy e
Rybka, 1997). Há um consenso geral que o consumo de probióticos, mesmo
em dosagens mais altas que 1012 UFC/mL não mostra nenhuma
toxidade (Holzapfel et al, 1998).
O
consumo regular de iogurte, de 400 a 500 gramas por semana, contendo
1,0.106 UFC/mL é o mínimo para assegurar o valor terapêutico
(Kailasapathy e Rybka, 1997).
A
sobrevivência de L. acidophilus e B. bifidum dependem
do pH do meio; valores baixos diminuem sua sobrevivência. Sobre condições
de alta acidez os organismos probióticos, tal como o L. acidophilus sobrevive melhor que culturas tradicionais, como L.
bulgaricus e S. thermophilus. O L.
acidophilus é mais tolerante a condições de acidez que B. bifidum, sendo o crescimento deste significativamente retardado
a pH 5,00. No entanto, a tolerância à acidez é reportada em vários
trabalhos como sendo específica para cada cepa (Kailasapathy e Rybka,
1997).
HOLZAPFEL.
W.H.; HABERER, P.; SNEL, J.; SCHILLINGER, U.; HUIS IN´T VELD, J.H.J. Overview
of gut flora and probiotics. International Journal of Food Microbiology. Amsterdam, no 41, 1998. p. 85-101.
KAILASAPATHY,
K.; RYBKA, S. L.
acidophilus and Bifidobacterium spp. – their
therapeutic potential and survival in yogurt. The Australian Journal of Dairy Technology. Victoria:
vol 52, April 1997. p.28-35.
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