Aditivos | Adoçantes | Alimentos funcionais |  Amidos | Análises | Aromas | Aves  | Bebidas | Carnes | Cereais | Cromatografia | Embalagens | Extrusão | Frutas e Hortaliças | Geoprocessamento | Gomas | Laboratórios | Laticínios | Legislação | Massas | Microbiologia |Óleos e Gorduras | Panificação | Pescados | Rações | Reciclagem | Reologia | Saúde | HACCP | GMP | 

Home
Acima
Cotação
Anunciar no site
Desenvolver Projetos
Site Map

 

 

 
 
 
 

Branqueamento

O branqueamento consiste no aquecimento de frutas e hortaliças, inteiras ou em pedaços, em água ou vapor vivo. Esse processo permite:

·        redução da carga microbiana superficial;

·        inativação das enzimas das superfícies dos pedaços de frutas;

·        eliminação do oxigênio dos tecidos, diminuindo o volume do produto inteiro ou dos pedaços;

·        eliminação de odores e sabores desagradáveis de algumas hortaliças;

·        eliminação da mucilagem de hortaliças;

·        manutenção da cor verde de alguns tipos de hortaliças, dependendo da temperatura utilizada e do processo de conservação seguinte.

O procedimento utilizado e o equipamento variam com o produto. As ervilhas para enlatamento são geralmente passadas em água quente ou fervendo. A intensidade do branqueamento deve ser regulada de acordo com o estado de maturação e a maciez da hortaliça, variando o tempo do branqueamento e a temperatura da água.

O milho enlatado não é branqueado, mas sofre um cozimento prévio, antes de ser enlatado. O que se destina ao congelamento é branqueado na espiga. Os tomates são branqueados em vapor ou em água fervendo, por pouco tempo, para rachar e soltar a pele. Às vezes, os pêssegos são branqueados após o descascamento por lixiviação, para remover os últimos traços da lixívia e inativar as enzimas responsáveis por escurecimento. Outras frutas enlatadas comuns não sofrem branqueamento, como as ameixas e uvas.

 

Acima ]

 

 

 

 Clique aqui para desenvolver seus projetos com o setor1