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Durante
a extrusão o material sofre um grande número de processos:
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Transporte: a alimentação do extrusor deve
ser contínua, sem interrupções, e a vazão, uniforme. A velocidade do
transporte e a vazão são determinadas pelo tipo e geometria do
material, dimensões e configuração da rosca extrusora, dimensão do
cilindro extrusor, velocidade rotacional do eixo extrusor e tipo e
desenho da matriz (ou trefila).
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Mistura: nas primeiras partes do extrusor há
uma mistura intensa dos ingredientes do material, em função do fluxo e
cisalhamento produzido no interior do cilindro. Esta mistura contribui
para uma adequada fusão e plasticização do material.
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Cisalhamento: a intensidade do cisalhamento
depende do tipo de fluxo, geometria e configuração da rosca e do
cilindro, assim como do espaço entre eles e da velocidade rotacional da
rosca.
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Atrito: provocado pelo intenso cisalhamento
e deslocamento do material no interior do extrusor, o atrito ocorre não
só entre o material e o equipamento, mas também entre as partículas
do material. O calor decorrente desse atrito é suficiente para cozinhar
e até fundir o material, sendo por isso, às vezes, necessário a
refrigeração do equipamento.
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Transferência de calor:
a transferência de calor no material é muito complexa, pois ocorre em
dois sentidos: do material para o equipamento e do equipamento para o
material.
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Pressão: a pressão que se desenvolve no
material é conseqüência de diversos fatores, como transporte,
geometria e configuração da rosca e do cilindro extrusor, vazão de
alimentação e restrição apresentada pela matriz. Essa pressão é
responsável pela evaporação flash e expansão que ocorre no material
ao sair da matriz.
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Moldagem e expansão: o desenho e tipo de matriz
utilizada dão a forma ao produto final. A expansão e a velocidade de
corte dão a configuração e tamanho ao produto.
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