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O
alumínio é obtido da bauxita, minério do qual o Brasil tem
grandes reservas. A bauxita consiste em 40 a 60% de óxido de alumínio,
a partir do qual se produz o alumínio metálico. A utilização
comercial do alumínio geralmente requer propriedades mecânicas
que o material não possui. A formação de liga com alguns
elementos como manganês, magnésio, silício e cromo, entre
outros, melhora sua consistência mecânica, sem comprometer a
resistência a corrosão. As características que favorecem a
utilização do alumínio como material de embalagem são:
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Leveza;
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Flexibilidade;
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Facilidade de manipulação nos processos de corte e
bobinamento;
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Alta condutividade térmica;
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Boa resistência à oxidação atmosférica;
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Boa resistência à sulfuração;
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Inocuidade;
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Material inerte;
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Fácil reciclabilidade;
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Aparência brilhante e atrativa;
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Possibilidade de uso para tampas com alça de fácil abertura.
As
desvantagens são:
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Baixa resistência a alimentos ácidos;
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Menor resistência mecânica;
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Preço mais elevado;
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Problemas com soldagens a altas velocidades, o que leva à
produção de latas de duas peças.
O
alumínio é utilizado em latas de refrigerantes e cervejas, em várias
embalagens semi-rígidas e em filmes plásticos e papéis
metalizados. É encontrado em embalagens de salgadinhos, na qual
confere barreira à luz, e em embalagens Tetrapak.
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