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O
aspartame (L-aspartil-L-fenilalanina metil éster) é o adoçante
normalmente utilizado em refrigerante que apresentam baixos teores
de calorias. Este adoçante substitui o açúcar normal. Ao ser
metabolizado, este adoçante é desdobrado em três componentes
que são encontrados naturalmente na dieta:
v
Ácido
aspático (aminoácido);
v
Fenilalanina
(aminoácido);
v
Metil
éster (encontrado naturalmente em frutas e vegetais).
O
aspartame possui um poder adoçante elevado, pois um grama de
aspartame substitui cerca de 200 g de açúcar, com a característica
de apresentar apenas 4 kcal em comparação às 800 kcal da
quantidade equivalente de açúcar. Uma outra característica
deste composto é o fato de não ser cariogênico, diferente dos
carboidratos fermentáveis.
Outros
adoçantes de alta intensidade como a sacarina, o ciclamato e o
acesulfame-K, são conhecidos como compostos xenobióticos, ou
seja, estranhos ao organismo humano, não produzindo energia e nem
agindo como componentes estruturais ou funcionais. Baseados em
dados toxicológicos em animais, a Comissão Conjunta para
Aditivos da FDA/OMS estabeleceu uma Ingestão Diária Aceitável
(IDA) de 40 mg/kg/dia para o aspartame.
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