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A
programação da fase móvel consiste na troca desta fase no transcorrer
da análise. Geralmente utilizam-se solventes de polaridades diferentes
e/ou varia-se a porcentagem deste em misturas binárias ou terciárias.
Esta técnica propicia análises rápidas, com melhores resoluções, em
que a eluição isocrática (composição constante da fase móvel) nem
sempre é adequada. A incompatibilidade desta técnica com os detectores
pode limitar o uso da programação da fase móvel. O emprego de
microprocessadores permite o uso de programadores totalmente
automatizados.
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