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maior parte de itens alimentícios ricamente aromatizados simplesmente não
seriam consumidos sem uma alta dose de aromatizantes (como chicletes e
balas). Não existem estudos sobre o consumo anual que mencionam
problemas com quantidades ingeridas, mas parece seguro assumir que a
ingestão de aromas adicionados aos alimentos é muito menor que a de
aromas contidos naturalmente em alimentos. De acordo com uma pesquisa
realizada nos Estados Unidos pelo Food Marketing Institute, em 1993, a
qualidade sensorial de um alimento tem sido apontada pelos consumidores
como sendo mais importante que o valor nutricional, preço ou segurança
alimentar. Pesquisas recentes têm ligado a percepção de compostos
odoríferos à memória e, portanto, o comportamento da resposta a um
determinado estímulo não é controlado por funções conscientes do cérebro.
O crescimento do interesse da indústria de alimentos no setor é
facilmente explicado pelo reconhecimento de que compostos voláteis agem
como mensageiros químicos nos seres humanos.
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